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Nos
dias
atuais o grande diferencial das organizações está nas pessoas e
não nos recursos materiais ou tecnológicos. Estudos e pesquisas
apontam que é fundamental realizar investimentos no sentido de
propiciar um ambiente organizacional de alta sinergia,
competente e não competitivo, onde a via de comunicação seja de
mão dupla, independente dos níveis hierárquicos e exista a
possibilidade de abertura para a troca de sentimentos e
"feedback".
Sabe-se que quando
as pessoas não exteriorizam suas emoções, além de adoecer
fisicamente, elas passam a praticar críticas destrutivas,
fofocas e acima de tudo acabam por perder o entusiasmo tão
necessário para o sucesso pessoal e organizacional.
Os diretores dos
hospitais e profissionais da área de Recursos Humanos sabem
ainda que as empresas podem comprar e desenvolver novas
tecnologias, equipamentos e outros recursos físicos e materiais,
já o comportamento humano não pode ser comprado, a motivação dos
funcionários que representam a objetividade e fundamentalmente a
subjetividade de um somatório de experiências, informações e
conhecimentos adquiridos ao longo de uma vida, que podem
facilitar ou não a adaptação de uma pessoa a organização. Mas se
é este o discurso corrente, como tem andado a prática? Estarão
as instituições coerentes com o discurso ou mais uma vez teoria
e prática se diverge?
O que temos visto
com freqüência é muita teoria e pouca prática. Mas, no HMI
leva-se muito a sério a questão da satisfação não só dos
usuários, mas também dos funcionários. A administração tem
efetivamente se preocupado com estas questões e realizado ações
que visem à melhoria da qualidade de vida de seus trabalhadores.
Realizou-se
diagnóstico de clima organizacional da instituição e atendendo
ás solicitações dos clientes internos foram implementadas e
implantadas ações de humanização. Entre elas destaca-se a
criação do Comitê de Acolhimento e Humanização da Assistência
Materno Neonatal do HMI com 41 participantes. Este é
composto por representantes de todos os setores da instituição
onde externam o comprometimento das gerências de forma efetiva
com o bem estar de todos envolvendo não só a sensibilidade como
também a transparência, o apreço pela verdade, a
disponibilidade, o bom senso e fundamentalmente a ética.
A soma destes
esforços teria como resultado o tão desejado comprometimento do
colaborador para com a organização, o que sem dúvida é e
continuará sendo, o grande diferencial das organizações de
sucesso.
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